Portlit
Curtindo a aula fora da aula
segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
"Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
sábado, 2 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
"Tempo favorável"
“Vai caminhando desamarrado
Dos nós e laços que o mundo faz
Vai abraçando desenleado
De outros abraços que a vida dá
Vai-te encontrando na água e no lume
Na terra quente até perder
O medo, o medo levanta muros
E ergue bandeiras pra nos deter
Não percas tempo,
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar
"E dá-te ao vento
como um veleiro
solto no mais alto mar..."
Liberta o grito que trazes dentro
E a coragem e o amor
Mesmo que seja só um momento
Mesmo que traga alguma dor
Só isso faz brilhar o lume
Que hás-de levar até ao fim
E esse lume já ninguém pode
Nunca apagar dentro de ti
Não percas tempo
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar".
E há um grito que é preciso soltar;
uma voz que urge ser cantada;
uma atitude que importa acelerar;
uma decisão que temos de tomar...
agora é o tempo favorável, agora é a hora do recomeço, do «salto», da aventura que nos atirará para a utopia palpável e sedutora de nos sabermos e sermos profetas.
«Como veleiros, soltos no mais alto mar» dados aos ventos desta História que é a nossa, destemidos e ousados, avançemos rumo à mais bela e apaixonante das missões: oferecermos Deus a este mundo sedento de respostas, repleto de inquietações, esvaziado de sentido!
Um lume que nos devora bem por dentro, esse fogo que nos consome e contagia, tem de ser levado a tantos outros corações arrefecidos, a demasiadas vidas congeladas pelo desamor que abraçaram.
Sem amarras nem âncoras que nos prendam ou segurem, sem vergonhas ou medos que nos paralisem, avancemos decididos, em comunhão, de mãos dadas e corações irmanados, à tarefa inadiável de mostrarmos Deus ao Homem que se cruza connosco.
«O medo, o medo levanta muros e ergue bandeiras para nos deter»!
Vencê-lo com as armas da fé e da caridade, é o nosso caminho, a nossa rota, o nosso destino. Mesmo que doa, cortemos as amarras e deixemos o cais da inércia e da indiferença e erguendo o olhar e o coração, disponhamo-nos a revelar um Amor que nos apaixona, uma paz que nos serena, um fogo que não se extingue, um Espírito que nos vivifica: Deus.
Passo a passo, pegaremos fogo ao mundo.
Devagar, mas confiantes. Serenos. Ousados. Decididos. Conscientes. Demo-nos ao vento, como um veleiro no mais alto mar...
No imenso mar que é esta humanidade, esta cidade, esta comunidade, este homem nosso irmão, caminhemos desamarrados de tudo para oferecermos a liberdade que é ser preso ao Céu. À vida verdadeira. A Deus.
Porque este é o tempo favorável.
Amanhã, poderá ser tarde demais.
Publicada por Pe. António Fernando Teixeira
“Vai caminhando desamarrado
Dos nós e laços que o mundo faz
Vai abraçando desenleado
De outros abraços que a vida dá
Vai-te encontrando na água e no lume
Na terra quente até perder
O medo, o medo levanta muros
E ergue bandeiras pra nos deter
Não percas tempo,
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar
"E dá-te ao vento
como um veleiro
solto no mais alto mar..."
Liberta o grito que trazes dentro
E a coragem e o amor
Mesmo que seja só um momento
Mesmo que traga alguma dor
Só isso faz brilhar o lume
Que hás-de levar até ao fim
E esse lume já ninguém pode
Nunca apagar dentro de ti
Não percas tempo
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar".
E há um grito que é preciso soltar;
uma voz que urge ser cantada;
uma atitude que importa acelerar;
uma decisão que temos de tomar...
agora é o tempo favorável, agora é a hora do recomeço, do «salto», da aventura que nos atirará para a utopia palpável e sedutora de nos sabermos e sermos profetas.
«Como veleiros, soltos no mais alto mar» dados aos ventos desta História que é a nossa, destemidos e ousados, avançemos rumo à mais bela e apaixonante das missões: oferecermos Deus a este mundo sedento de respostas, repleto de inquietações, esvaziado de sentido!
Um lume que nos devora bem por dentro, esse fogo que nos consome e contagia, tem de ser levado a tantos outros corações arrefecidos, a demasiadas vidas congeladas pelo desamor que abraçaram.
Sem amarras nem âncoras que nos prendam ou segurem, sem vergonhas ou medos que nos paralisem, avancemos decididos, em comunhão, de mãos dadas e corações irmanados, à tarefa inadiável de mostrarmos Deus ao Homem que se cruza connosco.
«O medo, o medo levanta muros e ergue bandeiras para nos deter»!
Vencê-lo com as armas da fé e da caridade, é o nosso caminho, a nossa rota, o nosso destino. Mesmo que doa, cortemos as amarras e deixemos o cais da inércia e da indiferença e erguendo o olhar e o coração, disponhamo-nos a revelar um Amor que nos apaixona, uma paz que nos serena, um fogo que não se extingue, um Espírito que nos vivifica: Deus.
Passo a passo, pegaremos fogo ao mundo.
Devagar, mas confiantes. Serenos. Ousados. Decididos. Conscientes. Demo-nos ao vento, como um veleiro no mais alto mar...
No imenso mar que é esta humanidade, esta cidade, esta comunidade, este homem nosso irmão, caminhemos desamarrados de tudo para oferecermos a liberdade que é ser preso ao Céu. À vida verdadeira. A Deus.
Porque este é o tempo favorável.
Amanhã, poderá ser tarde demais.
Publicada por Pe. António Fernando Teixeira
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Coisas que levei anos para aprender…
Luis Fernando Veríssimo
***
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Está cheio de gente querendo te converter!).
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Tá valendo!).
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!) .
5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!).
6. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!)
7. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade!).
8. Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra. (William Shakespeare )
Luis Fernando Veríssimo
***
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Está cheio de gente querendo te converter!).
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Tá valendo!).
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!) .
5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!).
6. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!)
7. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade!).
8. Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra. (William Shakespeare )
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)